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Jun
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The Saddest Girl in the World

 

The Saddest Girl in the World, de Cathy Glass

The bestselling author of Damaged tells the true story of Donna, who came into foster care aged ten, having been abused, victimised and rejected by her family. Donna had been in foster care with her two young brothers for three weeks when she is abruptly moved to Cathy’s. When Donna arrives she is silent, withdrawn and walks with her shoulders hunched forward and her head down. Donna is clearly a very haunted child and refuses to interact with Cathy’s children Adrian and Paula. After patience and encouragement from Cathy, Donna slowly starts to talk and tells Cathy that she blames herself for her and her brothers being placed in care. The social services were aware that Donna and her brothers had been neglected by their alcoholic mother, but no one realised the extent of the abuse they were forced to suffer. The truth of the physical torment she was put through slowly emerges, and as Donna grows to trust Cathy she tells her how her mother used to make her wash herself with wire wool so that she could get rid of her skin colour as her mother was so ashamed that Donna was mixed race. The psychological wounds caused by the bullying she received also start to resurface when Donna starts reenacting the ways she was treated at home by hitting and bullying Paula, so much so that Cathy can’t let Donna out of her sight. As the pressure begins to mount on Cathy to help this child, things start to get worse and Donna begins behaving in erratic ways, trashing her bedroom and being regularly abusive towards Cathy’s children. Cathy begins to wonder if she can find a way to help this child or if Donna’s scars run too deep.

Uma vez mais um resumo em inglês, já que o livro não existe ainda em português…

Primeiro, eu não daria esse nome ao livro, talvez lhe chamasse a rapariga mais rejeitada no mundo. É mais uma história triste e que nos faz pensar em como agiriamos. Sei que eu não agiria como a autora, mas dai também não sou familia de acolhimento…Penso sempre em como ela se deve sentir no fim em largar a criança, afinal é muito tempo que se passa com elas e cria-se um grande afecto…

Não foi a minha história favorita, mas na verdade gosto de todas, pois em todas elas aprendo um pouco melhor em como ser melhor mãe para os meus filhos e talvez por ai esta seja a minha escritora “de momento”. Mais livros virão, já que provavelmente nem a meio cheguei dos livros publicados.

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1 Response to “The Saddest Girl in the World”


  1. 25 de Junho de 2014 às 10:39 pm

    Hum,… Certamente que se aprende sempre, mas como já te disse, prefiro histórias mais animadas,… Mas que sei eu, há tanto tempo que não me ponho a ler um livro, é uma vergonha 😦
    Beijinhos


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